
A paralisação dos docentes no nosso país tem sido o prato do dia .
Nesta última greve, dia 3, em causa esteve a proposta do Ministério da Educação de alteração ao Estatuto da Carreira Docente , nomeadamente aspectos muito contestados pelos sindicatos como a divisão da carreira em duas categorias e a imposição de quotas para aceder à mais elevada.
Os professores exigiram a suspensão do modelo, bem como a demissão da ministra da educação, Maria de Lurdes Rodrigues. (O que não me parece nada)
No final de uma reunião com a Provedoria de Justiça,
para dar conta da oposição dos professores ao novo
sistema de avaliação, Mário Nogueira, da Plataforma
de Sindicatos, garantiu, a total sintonia dos
professores, pelo que, afirma, ser a maior
paralisação de sempre no sector, o que resulta numa extraordinária resposta dos docentes portugueses às propostas, à demagogia e às provocações do Ministério da Educação".
No final de uma reunião com a Provedoria de Justiça,
para dar conta da oposição dos professores ao novo
sistema de avaliação, Mário Nogueira, da Plataforma
de Sindicatos, garantiu, a total sintonia dos
professores, pelo que, afirma, ser a maior
paralisação de sempre no sector, o que resulta numa extraordinária resposta dos docentes portugueses às propostas, à demagogia e às provocações do Ministério da Educação".
Face a esta paralização, considerada esmagadora,
30% de estabelecimentos foram encerrados.
30% de estabelecimentos foram encerrados.
De acordo com a FENPROF, a adesão à greve situa-se em 94%. Esta foi uma greve considerada como a maior manifestação histórica, resultante de uma adesão massiva dos professores em todo o país.
Os Sindicatos prometem continuar com as greves até a uma mudança de situação por parte do Governo .
Os Sindicatos prometem continuar com as greves até a uma mudança de situação por parte do Governo .
Hoje dia 5 de Dezembro, sai em manchete em vários jornais que, a ministra da Educação foi ontem ao Parlamento admitir que o modelo de avaliação dos professores pode vir a ser alterado e até substituído. Nunca neste ano lectivo, mas para o próximo. Um calendário que permite a Maria de Lurdes Rodrigues avançar para negociações com os docentes pouco antes das legislativas de 2009. O modelo de avaliação dos professores pode ser alterado ou mesmo substituído no próximo ano lectivo - mas no actual é para aplicar. Foi isto que a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, foi ontem dizer ao Parlamento, perante uma oposição que, de forma unânime, exige a suspensão do processo. Nem pensar, foi a reacção da ministra - o modelo tem de ser aplicado para que possa ser avaliado. Uma avaliação que abrirá espaço à negociação no final do ano lectivo. Ou seja, pouco antes das legislativas.
Até quando é que esta situação vai perdurar ???
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